06 janeiro 2010

A

Eu luto pelo o que eu sou... JOICE, mas as pessoas veem nesse nome pouco significado. Elas comparam esse nome, com o filho da fulana, sobrinho da ciclana... o irmao do cunhado do amigo do vizinho da tia de beutrano.

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Caramba, as pessoas não sabem reconhecer INDIVIDUALIDADE? Eu não sou igual a ninguém, ninguém é igual a mim, até mesmo pessoas com o mesmo código genético SÃO DIFERENTES.

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Uma palavra para definir o que sinto: Tudo está estranho demais.

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Sensações novas, e ainda não formei uma opinião concreta.


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A vida é feita de compartimentos. É dividida em vários aspectos, em vários ramos. ÀS vezes eles se misturam. Não deve ser assim, mas é difícil manter separado. Só que, até certo ponto, essa mistura é sadia. passou dali, começa a ficar doentia.

Às vezes colocamos algo na vida da gente no lugar em que não pertence. Ou separamos um espaço grande demais pra uma coisa só, e acaba tmando o espaço de outras.

Precisamos saber dividir.

Cada qual no seu espaço.

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Nada de viver o problema cotidianamente.

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A chave da felicidade é a aprendizagem.


ps: este post eu pederia ter passado sem.

Um comentário:

F.R. Pan disse...

Adorei essa reflexão! Ser único é a maior dádiva que nós é dada, e temos que saber fazer uso dela. Não há razão em querer apenas viver uma vida igual a tantas outras. Temos de ser ouvidos, deixar uma marca, arranhar o tempo. Então tudo fará sentido.