Há dias que simplesmente não da vontade de falar nada... outros a mente borbulha de tantas idéias e sentimentos querendo sair. Mas sempre me ocupo com outras coisas e deixo a necessidade de escrever pra outra hora. Enfim, esse ano aprendi muitas coisas... e consegui ver a mudança ocorrendo em mim – normalmente eu só percebia que tinha mudado depois. Mas nesse ano, eu pude notar a mudança gradativamente em mim. Pode ser pela idade em que cheguei, que é sempre uma transição; e momentos de transição geram certos medos e incômodos porque são sempre de instabilidade. A cada ano que passa o balanço sempre é o mesmo: eu mudei. Eu aprendi, eu amadureci, eu vivi, etc. e cada coisa que acontece serve de aprendizados se soubermos aproveitar isso. Pelo menos não seremos aqueles adultos que ficam dando cabeçadas com as mesmas ideias de cinqüenta, cem ou duzentos anos atrás, reproduzindo os mesmos comportamentos irracionais e nem sequer sabemos o porque. A cada dia eu aprendo, eu mudo. E a somatória disso tudo traz grandes evoluções. Pelo menos não vou cometer os mesmos erros – porque isso sim, é burrice – mas as vezes inevitável. . Ta chegando o fim do ano, e eu sei que preciso dedicar um tempo pro blog. Preciso realmente escrever algumas coisas que estão atrasadas, mas que eu não quero que fique de fora “ da caixinha do meu eu”. Afinal o tempo passa, depois fica tudo em branco. Vou reler os post dessse ano... e ver o que eu mudei, o que aprendi. Algumas coisas vou jogar fora, outras reformar, etc. mas nada que passou foi em vão... . Enfim, eu preciso realmente, de um ano novo. Renovar as forças, as energias, as idéias, expectativas, e acima de tudo, a esperança. .
. O tédio. As vezes dá essa sensação de que não acontece nada de diferente. Vontade que o tempo passe mais rápido, pra que chegue logo os frutos daquilo que você investiu a longo prazo. Essa espera causa certa agonia, já que tem um período que resta apenas esperar. Enquanto se espera seria legal outras coisas interessantes pra se distrair. Mas não acontece nada. . . Tédio.
Eu sei que tem muita coisa atrasada no blog, mas eu resolvi resgatar algumas coisas antigas e finalmente postar. Adoro isso aqui ahahah
Enfim, vou reconstruir algumas coisas – pelo menos tentar, na medida em que o tempo permitir- aquilo que um dia ficou pra traz, portanto vão aparecer coisinhas aqui bem antigas que por ora eu escrevi, mas que não consegui postar.
Pra começar vou transcrever um trecho de um livro, ou melhor, um folhetim (como era conhecido na época) publicado anteriormente á Revolução Francesa. O texto chama-se “Teoria do Poder Constituinte: O que é o terceiro Estado?” de Emmanuel-joseph Sieyés (1748- 1836).Tive que ler este texto semestre passado na faculdade, e apesar de ser tão antigo – escrito por volta de 1788 - achei muito útil ainda hoje para a realidade em que vivemos. Aliás, sugiro essa leitura a todos pseudo-intelectuais que acham que sabem alguma coisa de política baseando-se apenas no senso comum.
Enfim, descobri na conclusão desse texto clássico a síntese de tudo o que eu penso sobre aquilo que escrevo. Muitas coisas que coloco aqui são frutos de um amadurecimento pessoal e opinião própria, contudo não posso deixar de declarar que a leitura me ajuda muito a formular meus próprios princípios e opiniões. Não fico com o mérito só pra mim... tudo é resultado de uma filosofia, pesquisa leitura, que eu faço por prazer e involuntariamente.
Nos últimos tempos descobri na literatura clássica e antiga o prazer do conhecimento. Antes eu tinha certa resistência com esse tipo de leitura, mas ao estudaros autores mais antigos, começando desde Socrates, Platão, Aristóteles até os atuais, de forma não superficial como no colegial, descobri que é possível sugar deles muitas verdades. Me pergunto como esses autores, em uma época sem tanto recurso como a atual, conseguia chegar a conclusões tão universais que se é possível – e aproveitável – até hoje? Na base do pensamento eu concluo. Pelo menos eles tinham uma vantagem: não exerciam meras copias de pensamento.Hoje o ser humano desfruta do mal da “preguiça de pensar”. Então pegam uma opinião razoável – muitas vezes sem fundamento – que circulam por ai na mídia e faz daquilo uma verdade.
Pra concluir, volto a dizer que me identifico muito com esse trecho de Sieyés. Ele conseguiu sintetizar em poucas linhas muita coisa que acredito, não somente de um assunto especifico, mas de tudo aquilo que pode gerar questionamento.
“Sei que minhas ideias podem parecer extravagantes para a maior parte dos leitores. É que a verdade pode parecer tão extravagante para os preconceitos, como esses podem se-los para a verdade a verdade. Tudo é relativo. Para mim, basta que meus princípios estejam certos, que minhas conseqüências estejam bem deduzidas. Pelo menos , dirão,essas coisas são absolutamente impraticáveis para a época. E nem eu mesmo me encarrego de publicá-las. O meu papel é o mesmo de todosos escritores patriotas: consiste em apresentar a verdade. Outros chegam mais ou menos perto dela, de acordo com sua força, ou as circunstancias, ou ainda se afastarão dela por má-fé.
Aí, então, vamos suportar o que não podemos impedir. Se todo mundo pensasse a verdade, as maiores mudanças não seriam absolutamente difíceis, a partir do momento em que apresentassem um objeto de utilidade publica. O que mais posso fazer, a não ser ajudar com as minhas forças a difundir a verdade que prepara caminhos? Inicialmente vão recebe-la mal, mas pouco a pouco vão se acostumar e a opinião publica vai se formar. Finalmente, apesar de todos os tipos de preconceitos, vão perceber, na execução dos princípios, a verdade que, antes, haviam chamado de loucas quimeras."
Tanto tempo sem escrever. Eu sempre reclamo disso. Acho q eu deveria escrever em algum bloquinho sempre ao alcance. Falta tempo de sentar aqui e escrever tudo o que eu gostaria, o que eu sinto. Esse ultimo mês voou. Se eu tentar explicar o que eu fiz nele, não consigo,. Foram muitas coisas. Mas ainda assim, ficam coisas aqui na minha mente – acumulando cada vez mais – que eu gostaria de escrever. Os assuntos são diversos; tenho a resenha de três livros a fazer, sentimentos a declarar, e varias opiniões que eu não posso deixar de dizer. Alem disso que quando eu escrevo eu aprendo; sobre mim mesmo, sobre o mundo, sobre as pessoas. Também é interessante reler depois e ver o que eu mudei, no que eu cresci, no que eu continuei a mesma... pode se dizer que meu blog é um pedaço da minha mente, onde é possível me conhecer internamente. E eu me acho, tão fácil de interpretar. Mas enfim, quase ninguém se interessa mesmo em saber como sou. Eu escrevo por mim, e aprendi na minha vida a fazer tudo por mim. Se eu me dedico a algo, o intuito primeiro e pra mim – porém posso afirmar com determinação que isso não é um ato egoísta; aprendi primeiro a cuidar de mim, só assim eu posso cuidar do outro.
Certa vez minha mãe me disse algo que eu não esqueci... em uma de nossas conversas sobre o amor, ela disse que ia me explicar como era o sentimento. Pegou um copo encheu de café – primeiro eu fiquei sem entender o que ela iria fazer com aquele tanto de café – mas em seguida ela abriu um pouco a torneira e deixou que a água caísse dentro do copo. Aos poucos o conteúdo começou a derramar, e o que antes era só café agora já tinha grande parcela de água. A cor do liquido foi ficando mais clara e a medida que isso acontecia eu entendia mais o que ela queria me dizer. Entendi que sentimento se a gente deixa ele se misturar com outra coisa ele deixa de ser puro, e com o tempo vai se dissolvendo por outros sentimentos... até não restar nada do primeiro. No fim o liquido já tava completamente branco, e só havia água dentro do copo.
Enfim, é isso... se com o dia a dia, nós não cuidarmos de nós mesmos, e deixar que cada vez mais entre outras “substancias” em nossas vidas, os nossos sentimentos vão ficando confusos e passam a derramar... depois de um tempo, nada mais nos resta daquilo que era no inicio... e ao notar a mudança, que infelizmente muitas pessoas só notam tarde demais, passamos a nos questionar o que deu de errado. Mas não foi nada em especificamente que aconteceu... foi apenas a insensibilidade do ser humano de se questionar para saber o que deve ser feito para melhorar.
Acho que se não vivemos para melhorar nossas ações, não há outro motivo pra viver, a não ser o de entulhar mais o mundo de lixo e suja-lo ainda mais.
“Qualquer coisa que você faça pode parecer insignificante,
Mas é importante que você o faça”
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Chega a um momento que você desiste de lutar com as pessoas
Pelas pessoas
Mas é importante que continue lutando, pelo menos,
por si mesmo.
E no fim, saber que você fez tudo o que poderia ter feito
Talvez até mais
Então não há motivo pra se arrepender ou pra se sentir fracassado
Não é repelindo um homem que se o educa, tanto mais se tratando de uma criança. Crime e castigo,1866.
Se tivesse que definir esse livro em duas palavras eu diria que ele é intenso e complexo. Escrito em 1866, pelo russo Fiódor Dostoievski que viveu em uma época anterior ao comunismo, o livro possui um conteúdo intenso e polemico abordando o cotidiano da população, a pobreza e os problemas sociais. Além de aspectos externos como a descrição do cotidiano e as historias que se desenvolve paralelamente, a narrativa se concentra na mente do protagonista explorando o campo psicológico não só deste, como também de outros personagens – este ultimo que se dá por grandes diálogos que, por vezes, aparenta até mesmo monólogos devido a grandes falas ininterruptas que seguem por mais de uma pagina. Quanto a seu enredo, o livro fala de um jovem paupérrimo, ex estudante de Direito, que por motivos econômicos se viu obrigado a abandonar a faculdade. Depois disso, conhece uma velha agiota na qual penhora alguns objetos de valor. Desprezando a velha por considerá-la mesquinha e inútil á sociedade – e esse sentimento do protagonista por ela pode ser interpretado como uma revolta ao sistema de classes - o protagonista planeja o assassinato da agiota alegando que esta é um peso na sociedade, nada mais do que um verme. É a partir desta perspectiva que se inicia toda a trama. Raskolnikov ao planejar o assassinato da velha, passa a martirizar-se psicologicamente. Daí vem o titulo da obra, o crime, e como conseqüência deste, o castigo – que não se dá pelas autoridades competentes, mas sim, de forma psicológica, pelo próprio protagonista. Ao planejar o assassinato Raskolnikov age de forma calculista e por vezes frio, salvo em alguns momentos que passa em sua cabeça não acreditar que ele mesmo planejava matar alguém. O perfil do protagonista é variável, apesar de ter cometido duplo assassinato, atitude esta considerada abominável pela sociedade, Raskolnikov demonstra em alguns momentos atitudes humanísticas como ajudar financeiramente, mesmo não tendo condições, uma viúva a fazer o enterro de seu marido, ou até mesmo quanto o jovem lê para uma prostituta moribunda, a passagem da bíblia em que Lazaro voltou a vida, restituindo a ela fé e esperança. Apesar de Raskolnikov ser um assassino, o leitor assim não consegue reconhece-lo, justamente por estar a par do interior psicológico do personagem, vivendo junto com este, suas angustias psicológicas.
A pós cometer o crime que fora anteriormente cada segundo premeditado, o jovem se vê obrigado a também matar a irmã da velha agiota, Lisiaveta, pessoa querida pela comunidade e com fama de coração bom, que teve esse trágico destino por presenciar o cadáver morto enquanto ainda o assassino se encontrava no local. Esse momento da narrativa ocorre de forma intensa prendendo o leitor a cada frase porém, após o suspense deste episodio ocorre uma reviravolta na obra se torna um pouco enjoativa pois o autor explora apenas os aspectos psicológicos do ser humano e a confusão mental do protagonista. Em um segundo momento a este, entra em cena novos personagens como a mãe, irmã e um amigo de Raskolnikov, desenrolando assim narrativas paralelas a principal. A obra é recheada de idéias, muitas vezes considerada até futurísticas para época. Estas são expostas ou pela mente do protagonista ou por outros personagens na forma de diálogos questionadores. É explicito o aspecto existencialista da obra, fato que considero peculiar para uma obra escrita no século XIX. Mesmo nesta época, o autor já aborda temas que vivemos hoje, no século XXI como, por exemplo, a questão do capital e a situação da liberdade da mulher. Pode se citar o seguinte trecho extraído da obra quando dois personagens conversam sobre uma prostituta:
“Mas, diga-me: conhece a filha do homem que morreu, essa magricela... diz-se que ela... hein?... é verdade? -O que tem? Estou convencido de que a situação dela é a situação normal da mulher, porque não? Isto é, estabeleçamos uma distinção. Na sociedade atual, esse gênero de vida não e completamente normal, porque é forçado; mas na sociedade futura será absolutamente normal porque será livre. Mas, mesmo agora, ela tem o direito: ela sofria, e isso constitui o seu, assim por dizer, capital, do qual possuía o absoluto direito de dispor. Evidentemente, na sociedade futura o capital não terá razão alguma de existir, mas o seu papel terá um outro nome, e será regulado por uma forma racional. Quanto a Sofia Siemionovna, vejo o seu procedimento como um protesto enérgico contra a organização da sociedade, e tenho-lhe por isso ate um respeito. Direi mais: quando a vejo sinto-me até feliz¹.”
Alguns episódios se desenvolvem no estilo da tragicomédia clássica, onde os personagens, em uma situação comum, são levados ao ridículo pelo autor, para assim fazer uma crítica á sociedade. Um fato peculiar da obra é o protagonista não ter manifestado nenhuma justificação concreta para o crime. Durante a narrativa varias suposições é feita com o intuito de justificar a atitude do jovem, contudo nenhuma delas são confirmadas. Dentre as possíveis causas se encontra o fato de o personagem considerar a velha indigna e para justificar sua atitude o protagonista relata “uma teoria, criada por ele, na qual, entre outras coisas, um crime pode ser considerado licito, se sua finalidade é boa: um único crime resultado de cem boas ações!”². Uma segunda causa apresentada foi a sanidade mental do jovem, no qual muitos diziam ter sido comprometida devido ao fato de que este passara um longo período sozinho sem conversar com ninguém. Outra possível causa do assassinato seria a pobreza. Raskolnikov por ser paupérrimo, desamparado pela sociedade, rouba não para ter o dinheiro – pois ele nem mesmo fez uso dele - mas por revolta de a velha cobrar excessivos juros, explorando os demais que não possuíam condições. Creio que Dostoivisk propositalmente deixou a cargo do leitor a função de se questionar sobre os motivos do crime. Em minha opinião, a justificativa mais plausível da motivação do protagonista é a revolta social, isto é, a atitude do jovem se deu como uma forma de reivindicação de sua classe social, considerando o contexto da historia inserido em um período anterior ao comunismo. . Por fim, considerando a obra como um todo, o autor explora diversos aspectos sociais, psicológicos, existencialistas. É possível verificar na obra uma denuncia social feita por parte do autor. Apesar de ser uma narrativa do século XIX é constatável diversos aspectos atuais nela.
Postar no Blog anda cada vez mais difícil. Não posso dizer que é falta de tempo pois, apesar de sempre ter alguma coisinha pra fazer, não ando atolada de coisas. Só preciso mesmo é separar um tempo para escrever. Mas eu fico esperando a vontade surgir. Algumas vezes eu acordo cedo com uma ideia na cabeça... no entanto, o horário mais comum que minha inspiração resolve aparecer é á noite. Enfim, tento dormir cedo, mas eu sou, literalmente, uma pessoa noturna. É quando o meu metabolismo está no auge de sua energia. Então ter que ir dormir justo quando estou mais animada é triste. É claro que quando eu acordo cedo e tenho um dia cheio de atividades consigo dormir no horário “normal”. Mas, durmo contrariada. Por mim faria de tudo pra poder ficar acordada (me aborrece ter que ir dormir). Quando criança, eu pensava que se encontrasse um gênio da lâmpada e tivesse direito a um pedido, pediria para nunca mais ter que dormir. É engraçado, ideia de criança ( mas ainda assim eu gostaria disso).
Enfim, tem taaaaaaaaaaaaaanta coisa que eu quero escrever. E necas de parar para faze-lo. Mas ta na fila, um dia vou escrevendo... quero escrever mais sobre livros, alguns filmes que andei vendo e achei interessante ( e olha que tenho visto muitos filmes), outra sobre idéias sociais, do mundo etc...
Uma novidade: adicionei ao blog “O que estou lendo” ( alí, logo a baixo do perfil). Agora dá pra acompanhar o que eu leio. E outra, tenho cada vez mais pessoas segundo meu blog. Fico feliz por isso, mostra que não escrevo coisas chatas (daqueles post que vc lê apenas o primeiro parágrafo), ou seja, pelo menos alguma coisa de interessante essas pessoas encontraram aqui, porque eu não divulgo meu blog, os leitores brotam aqui.
Enfim, vamos ao post de hoje que há tempos eu venho criando coragem para escreve-lo.
Esse livro não poderia ser diferente. Dam Brown é clássico, ou melhor, previsível. Os mesmos clichês de sempre. Se você já leu mais de dois livros do autor com certeza nas próximas leituras vai saber o que acontece. Dos cinco livros que ele escreveu, já li quatro (Anjos e Demônios, O Código da Vinci, Fortaleza digital, O símbolo perdido). O melhor de todos eles é Anjos de Demônios.
Há coisas que não se deixa de encontrar em qualquer obra de Dan Brown: o protagonista patriota e exemplo do fiel do honesto cidadão norte americano; a mocinha dotada de grande inteligência, beleza e força; o vilão possui sérios problemas mentais como exemplo a psicopatia, muita fuga dos personagens principais; desafio as leis lógicas da física, e no final ele tenta dar uma reviravolta na historia, mas o máximo que ele consegue é ser previsível.
Obs: Se quiser uma dica de um bom autor, que usa acontecimentos históricos como plano de fundo para suas historias, leia Ken Follett. Seus livros foram escritos na década de 80, mas parece ser bem atuais. Portanto, Dan Brown está longe de ser um fenômeno. Só conseguiu essa fama porque falou sobre a Igreja católica, uma das instituições mais antigas e tradicionais do mundo.
Apesar de minhas criticas ao autor, os livros do Dan Brown possui aspectos positivos e negativos. Não pode se negar que o suspense que ele escreve é bem arquitetado. Ao ler O símbolo perdido, varias vezes me peguei com falta de ar e angustiada para ler e saber o que ia acontecer. Outro ponto a favor é a imensa quantidade de informações sobre vários assuntos, como cultura, historia, ciência, física, matemática,religião, arte, etc. Com certeza o autor pesquisa muito. Contudo há os pontos negativos: o excesso de clichês, a forma previsível da historia e a mania do autor de escolher assuntos “polêmicos” e inventar mais algumas baboseirinhas pra incrementar a historia, e achar que está abafando.
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Sobre a obra
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Robert Langdon volta a ativa outra vez quando é chamado por Petter Solomon,a Washington D.C, capital dos Estados Unidos, para ministrar uma palestra sobre antigos símbolos. Mas isso é o que ele imaginava. Na verdade ele fora chamado por um louco que acreditava haver um portal na cidade que o próprio Robert o ajudaria a encontrar, caso quisesse salvar a vida de seu amigo Petter. Aparti daí, começa toda uma trama, passando por vários marcos importantes da capital como, por exemplo, o Capitolio.
De resto nem preciso contar a historia... que por sinal descreve os rituais dos maçons.Não se pode afirmar com clareza até onde vai a verdade e começa a mentira sobre essas informações.
Quanto as filosofias que o livro aborda está o fato de que a humanidade caminha para uma união. Já há evidencias de que essa união começou e o fato que demonstra tal afirmação é a globalização, fusão de culturas, interligação de informações, etc. Contudo, a união mais ressaltada pelo autor seria a união de religião. De acordo com o livro todas as religiões (budista, hindu, católica, judaica, islâmica) possuem os mesmos paradigmas, porém abordados de formas diferentes, ou seja, a essência de todas as religiões possuem pontos em comum. Como se pode verificar na seguinte passagem do livro:
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“ Toda cultura no mundo tinha seu livro sagrado, seu próprio Verbo. Um diferente do outro, mas, no fundo, todos iguais. Para os cristãos, a Palavra era a Bíblia; para os mulçumanos, o Alcorão; para os judeus, a Tora; para os hindus, os Vedas, e assim por diante.”
BROWN, Dan.O símbolo perdido. Pág.468.
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Apesar das criticas feitas, o livro tem um ótimo suspense. Se você for um leitor que não se incomoda com clichês, é uma ótima dica de leitura para o entretenimento.
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Por fim, afirmo que é importante ler de tudo um pouco para poder falar. Nada pior do que critica de pessoas que não lêem e pensam que sabem muito sobre o assunto. Portanto, tudo aqui dito é mera opinião sujeita a contestação.
A desvantagem de ser adulto é que você tem a faculdade mental de distinguir, perceber e avaliar as atitudes e relações humanas e não usar essa capacidade em si proprio. Quando se é criança, no sentido literal da palavra, a visão do mundo é mais simplista. Uma criança se pergunta por que os adultos são tão complicados ou porque eles simplesmente não conseguem resolver seus problemas interpessoais.Eu diria que com o tempo o homem perde a capacidade de reflexão e de agir racionalmente. E infelizmente, essa faculdade mental é pra poucos. As pessoas agem motivadas pela emoção*, não se perguntam o porquê de agir de certa forma. Seguem guiadas pelo costume e pela cultura, dominadas por algo exterior e não pela razão. Desta forma a sociedade se torna mais coesa (?) fácil de dominar –é o que já diziam alguns teoricos, contudo eu questiono a validade dessa afirmação- pois, essa perspectiva possui controvérsias devido aofato de que a sociedade, e o próprio ser humano em si, se encontra tão desorganizado. Não sou a favor de reprimir as emoções, pelo contrario, sou a favor de atitudes conscientes e racionais. Contudo, o homem que se gaba tanto de ser o único animal racional, perdeu essa capacidade de pensar autonomamente. Ou melhor, não aprenderam a raciocinar por si próprio. Compram pensamentos prontos, importam eles da sociedade e tem a prepotência de se auto-afirmarem inteligentes. Como já dizia kant, a maioridade são para poucos.
Como Jostein Gaarden mostra em seu livro “O mundo de Sofia” toda criança vive na “parte de cima do pelo do coelho”, mas os adultos estão lá no fundo arraigados e soterrados cada vez mais. As crianças são questionadoras. “Mamãe, por que isso? Papai porque aquilo?” e o que as crianças recebem como resposta é no maximo “ porque sim filho”. Dessa forma elas aprendem a receber os porquês prontos da sociedade e não são instigandas a pensar e ter suas próprias conclusões.
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Eu vejo tolice nas pessoas, e elas não conseguem reconhecer isso em si mesmas. Melhor ser um tolo consciente e feliz por se-lo, do que achar que não o é com prepotência.
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Descobri que eu sou uma pessoa muito racional. Não me classificaria assim há algum tempo atrás, visto que eu deixo sentimentos falarem mais altos (os bons, pois eu me esforço para que os ruins não tenha influencia em minhas atitudes). Mas descobri que agir com irracionalidade não é deixar que os sentimentos influenciam em suas atitudes (isso deve acontecer, caso contrario seriamos todos psicopatas), mas sim agir pela emoção. Há uma incrível diferença entre emoção e sentimento, no sentido aqui conotado. O Sentimento seria aquilo que o ser humano sente, ou seja os sentimentos em geral; amor, paixão, raiva, dor, etc. Já a emoção*, de acordo com minha própria definição, seria o ato impulsivo de agir desprovido de racionalidade.
Muitas atitudes são injustificadas, são irracionais, e as pessoas continuam agindo assim. Sabe qual o meu argumento contra os que alegam que a experiência de vida traz o melhor conhecimento? A dita experiência, traz muito comportamento cultural arraigado, então muitas vezes uma atitude é reproduzida sem que se saiba o porquê (vide a historia dos macacos em outro post). Não critico a sabedoria dos mais velhos, reconheço que muita coisa dela é aproveitável. Mas afirmar que o costume é superior á ciência é tolice, pois naquele o homem não desempenha sua inteligência.
Enfim, é impossível agir racionalmente em todas as ocasiões da vida, até porque a cultura esta muito presente em nosso cotidiano. Reconheço que há muitas atitudes minhas movidas pela emoção, mas eu me esforço para agir racionalmente. É o que eu mesma chamo de autonomia (vide outro post).
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A reflexão é a chave para a mudança pessoal. Os livros de auto ajuda talvez ensinam as pessoas de forma errada. Não se deve convencer uma pessoa do que ela deve ser ou de como ela deve agir. Ela deve pensar efaze-lo isso sozinha.
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Para concluir, um dos defeitos que eu creio ser um dos mais nojentos que o ser humano possa ter é não possuir a capacidade de reconhecer que está errado. Esse sentimento vem acompanhado com a prepotência e o egoísmo, além da incapacidade de escutar (receber criticas – desde que estas sejam feitas da forma correta). Ou seja, é totalmente desprovido de reflexão e as pessoas ainda se sentem ofendidas (egoísmo).
Enfim, os problemas das relações sociais começam dentro do próprio ser humano particular. Inicia-se da incapacidade de reflexão sobre si próprio (e as pessoas ainda gostam de fazer reflexões filosóficas do mundo e dos outros, sendo que não fazem nem de si mesmo! É aquela coisa, todo mundo tem uma opinião sobre tudo!).
Portanto, está ai parâmetro que fiz entre o homem e a racionalidade.
Quanto tempo eu não posto no blog!! Sinto falta de escrever aqui e fico feliz por a causa da inspiração não ser problemas. Enfim, é falta de tempo mesmo.
Essas férias foram legais, pela primeira vez eu não xinguei o tédio ahauahuah. Acho que o trabalho está me ajudando bastante nisso; manter o tempo ocupado com uma coisa que me faz bem e principalmente a mente. O tempo passa mais rápido e a satisfação consigo mesma aumenta.
Eu nunca fui o tipo de pessoa que agüenta ficar átoa. Isso me deixaria em depressão. E desde que eu entrei na faculdade, há um ano atrás, venho sofrendo um pouco. Não por ficaratoa, mas por ficar o dia todo em casa _ como minhas aulas são a noite... acaba que eu não me cansava o suficiente e a mente fica desocupada com o corpo parado.
Outra coisa que me deixava bem agoniada era o dilema. Ai esse dilema que me deixou angustiada durante muito tempo!! Por um lado eu tava fazendo faculdade e ao mesmo tempo estudando para o vestibular. Então quando me dedicava mais ao Direito parecia que estava traindo a medicina. E quanto estudava para o vestibular a sensação era que eu não estava dedicando a faculdade. Então ficava esse pendulo, de um lado pro outro me causando nervoso.O pior era sentir que você não pertencia nem a um nem a outro. E além de tudo uma ansiedade para chegar logo uma coisa que não se tem nem idéia de quando vai chegar. E passar a deixar para viver tudo depois... já bastou o tanto que eu sofri por medicina.
Então resolvi mudar.
AS vezes depende de nós mesmos tirar da própria vida aquilo que causa desassossego.E a paz interior passou a valer mais para mim do que qualquer outra coisa. Mais do que a medicina, ou a vontade e a ânsia de ser medica.
Nos últimos tempos deu pra notar - e eu mesma senti isso – o período de transição que estava passando. Todo mundo muda, e é estranho perceber a mudança enquanto ela acontece. Mas para mudar, é necessário permitir.
Evitei postar nos últimos dias, esperei ter uma postura mais definida, porque de confusão minha vida já tava cheia. Então retirei varias coisas da minha vida, e até de mim mesma. Acredite, não foi fácil,mas foi aceitável. Também não fiz nada forçado, foi uma atitude consciente.
Comecei mudando essa semana meu quarto. Acho que quando se muda é necessário mudar seu ambiente a volta. Começar as coisas nova, dá um outro clima. Primeiramente foi a mudança interna. Depois fiz algumas mudanças no “cafofo da paz” – como eu chamo agora o meu quarto. Tirei dele todas as apostilas de cursinho a vista, de cima de minha mesa de estudos, e do meu guarda-roupas. Ocupava muito espaço e pesava muito. Joguei muita coisa fora também,cadernos antigos, livros para doar...
O ambiente ficou mais leve...
Eu não desisti de medicina. Não peguei raiva da medicina, nem me revoltei com ela. Apenas fiz uma opção: optei pela vida, optei viver sem preocupação. Pelo menos agora, cada vez que eu inspiro, não penso mais “preciso estudar”. Não vivo em funçao de uma coisa que vai acontecer ainda, e deixando para ser feliz só depois.... vontade de ser medica ainda tenho, mas deixa a vida correr. Se tiver que ser, vai acontecer super fácil, não quero mais me sentir pesada de forma alguma.
Apenas quero viver o dia, e aproveitar o que ele tem para me oferecer. Seja um aprendizado, um sorriso... mas tudo isso de forma leve; e não sentindo um cansaço e ainda pensando “eu tenho que continuar”. Aff isso me da falta de ar.
So me sinto leve, por tirar um peso das minhas costas. E não me restringir a Joice somente em medicina.
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Eu estava sentindo tanta falta daquela menina que fazia gracinha atoa das coisas mais sem sentido e que eu via graça. Ela estava meio “debilidada” e cansada demais para aparecer. Eu atava cansada do meu lado chato e ranzinzo, que vigorava nos últimos meses. Aquela sensação de insatisfação a todo momento, algo que nunca chega, nunca chegaa.
Mas chegou. A paz chega quando se opta por ela, e quando se é capaz de abrir mão de muitas coisas – mesmo que seja importante pra você – para te-la. E digo, paz e algo muito valioso. Só quem a perde e tenta encontra-la de novo, sabe disso. Muitos se perdem nesse caminho, muitos outros ignoram esse fato.Mas no fundo a gente sabe onde ela ta, o difícil só é chegar lá.
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Enfim, toda essa mudança em minha vida pode não ser definitiva. Mas o que eu não quero esquecer, ou perder de novo e a paz. Só não quero sentir mais ansiedade. E mudança não vem com dificuldade, mas é necessário, antes de tudo, abrir mão. Certas coisas se vão, para dar espaço ás outras.
Algumas pessoas foram importantes para que ocorresse essa mudança. Mesmo que não tenha atuado consciente, apenas a presença já me ajudou.
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Tem tantas outras coisas que queria dizer, como eu me sinto em pleno 21 anos. Medos da vida, do futuro, mas isso todo mundo sente. Já falei sobre isso aqui, é o frio na barriga. E eu caia no erro de querer determinar bem certinho o que vou fazer amanhã. Mais uma coisa que aprendi hoje, deixar a vida correr.
Quando olho pra traz vejo o quão longe eu já cheguei, quão forte eu fui. Me sinto forte hoje em relação a ontem e fraca em relação a amanha. E daqui um anos, vou olhar pra trás novamente e lembrar daquela menina que tem medo hoje do amanha. Mas eu vou sentir orgulho de mim mesma. Orgulho, sobretudo por ter feito sempre o que eu achei que deveria ser feito e por nunca, nunca mesmo, ter esquecido de quem eu realmente sou.
Não resisti ao impulso de postar de novo. Vontade de escrever!!!
Estou começando a sentir uma sensação boa... muito boa.
E ver a vida bem bonita, quando as suas preocupações não passam de míseros incômodos... as vezes nos passamos muito tempo pensando nelas!! Enfim, sei que preocupações devem existir, mas no grau apenas de compromisso e não de te tirar o sossego. Sei que essa sensação pode ser devido as férias... fico longe de cobranças e não vivo todos os dias no clima “tenho que fazer isso ou aquilo”. Então fica mais leve...
É sempre bom renovar as energias, ainda mais eu que sou uma pessoa que se cobra muito – e isso deixam as coisas mais difíceis eu sei... elas passam de ser simples atividades cotidianas e passam a ser obrigações “pesadas”. E o peso atribui muita dificuldade a sua realização.
Enfim, pensando, crescendo e aprendendo xD
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Ainda não esqueci o que quero postar... e tanta coisa, mas as vezes da preguiça sentar e escrever. Além daquela vontade de fazer tanta coisa, que quero fazer tudo ao mesmo tempo ahahaa no fim não sai muita coisa, mas mesmo assim vale a pena. Isso se chama animo!!
Portanto, nada daquela inhaca de ficar com deitada o tempo todo sem vontade de fazer nada.
É mais um tempo sem postar no blog... mas não e culpa minha. O meu computador resolveu dar um trabalhão essa semana. Estragou, foi pro conserto. Peguei o do meu pai emprestado... o teclado estragou. Comprei um teclado novo, um mouse, uma web can e uma entrada pra pen drive... funcionou um dia beleza. No outro dia o computador do velho resolveu estragar também=p aff. Mais alguns dias de férias sem computador.. nada mal,inventei o maximo que pude pra me manter cansada. Enfim, quando o meu precioso computadorzinho chegou, não consegui conectar á internet... resultado, tive que esperar o dia seguinte para usa-lo. xD mas como no fim tudo da certo, eis me aqui atualizando meu blog.
Vamos por partes... sempre que posto no blog quando estou chateada eu me arrependo... tenho a sensação de que só reclamo da vida, e isso e uma das ultimas coisas que gostaria de fazer... por isso me preocupo tanto com isso, pra não me tornar uma pessoa que só reclama. Falando serio, ficar perto de alguém que só reclama enche o saco!! Outra coisa que irrita são as pessoas impacientes – minha mãe por exemplo. Mas eu me divirto com o mau humor diário dela... isto é, nos dias que eu não estou tão pensativa na vida.
Enfim, o blog é para momentos. O que eu sinto ali naquela hora. Só que meu humor varia em questão de instantes né.. dias melhores, dias piores, dias tranqüilos, dias em branco. Existe tanta cor no mundo, porque não acrescentar uma cor a cada dia? Enfim, um dia pode ter cores mais escuras que a de outro dia, em outra ocasião pode ser um dia colorido ou ate mesmo um dia neutro... incolor. Pois bem, existe dia pra tudo...
Ninguém é obrigado a estar 100% todos os dias, mas eu me cobro quando me sinto chateada... vai entender.
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Hoje...
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Essa primeira parte do post, comecei a escrever outro dia, mas não teve como termina-lo porque tive que fazer outras coisas. Não quis desperdiçar o que já escrevi ai em cima – afinal, ainda é ainda o que eu sinto ( gosto sempre de escrever quando tenho algo pra falar, vontade de me expressar mesmo, e postar isso na hora – é a minha imprensão momentânea -afinal, a vida é feita de momentos). Portanto, nem tudo que eu escrevo eu posto. Há textos que escrevo e depois passa, então simplesmente jogo fora.
O blog tem varias faces ou características. Quando falo de mim, sentimentos etc, é uma linguagem mais informal, amigável. Quando escrevo alguma critica/opinião/ resenha. Me esforço pra escrever melhor. Portanto, quando eu falar de mim os post ficarão meio esculachados mesmo e com gírias.
Entooonces, não queria falar nada de importante nesse post mesmo – a não ser o fato de me policiar pra não me tornar uma pessoa desagradável. Acho que no final de tudo, não chego a ser chata? Ou sou? Rsrsrs
Estava apenas com saudades, é meu cantinho xD
Tenho tanta coisa pra escrever aqui, opiniões sobre livros e filmes. Afinal, falar é preciso.
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Mãos a obra!
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Escrevendo mais um pouquinho que deu vontade ahahah
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Até que tenho lido razoável, deveria ler mais por ser férias, mas e legal que eu invento coisas pra fazer xD Vejo mais filmes que leio, mas este também é um passatempo bom.
Há alguns dias dei vazão ao meu espírito de leitora consumista compulsiva e comprei “Orgulho e preconceito” da Jane Austin. Tem o filme, verei depois. Só sei que quase dei um treco quando vi esse livro novinho em folha exposto na prateleira. Pra um livro que foi escrito há mais de um século, encontrar uma edição nova e atualizada ( sem ter que quase morrer de espirrar para lê-lo, nem mesmo ter que para toda frase para recorrer ao dicionário) é um privilegio. E barato ainda! 15 reais!!!! Kkkkkkk
Fiquei tão empolgada de comprar esse livro – não resisti, tinha que ser naquela hora!- melhor do que ganhar livro é comprar livros, principalmente aqueles que você quer ler a séculos, e ainda com seu próprio dinheiro (agora eu trabalho =P )
Oks, chega de empolgação demasiada... falo mais sobre o livro em outro post xD
Há muito tempo eu venho evitando postar no blog. Motivo? Estado psicológico. Enfim, eu tento o máximo me manter agradável perto das pessoas, não me sentir triste – até porque isso vai contra o que eu sou; Joice. Mas correr do blog, como se fosse errado “despejar” aqui meus sentimentos, não resolve o problema. Eu tenho aquela sensação de que incomodo as pessoas quando quero conversar. Acho que porque, normalmente ninguém (quase ninguém), presta atenção mesmo. É obvio, ninguém quer saber de problemas dos outros. Mas quando eu peço um amigo, não quero alguém pra ouvir problemas; quero alguém pra me fazer rir, mesmo que seja entre lagrimas. Rir das coisas mais idiotas é o que tem mais graça na vida.
Nos últimos dias, não estou gostado do que eu tenho sido. Minhas atitudes estão mudando, e passando a ser de acordo com as coisas que acontecem. Mas eu nunca esqueço – tento ao menos - de quem eu sou de verdade. E como eu já disse aqui (lembro-me de já ter escrito algo sobre) é como se uma camada de cicatrizes estivesse sobre minha pele, mas lá dentro, ainda existe a Joice. E eu me esforço a lembrar de quem eu realmente sou.
Me sentir fraca, quase a maior parte do tempo, não ajuda muito. Sempre cobrei de mim mesma um comportamento/pensamento forte.
Me falam que eu sou vitima demais. Ou toda vez que “reclamo” – e está ai o motivo de evitar postar no blog, é parecer que estou reclamando – me sinto culpada. Como se eu não tivesse direito de me sentir triste algum dia. Claro que, concordo, permanecer na tristeza é um erro. Mas estou buscando forças pra me erguer. Só fica um pouco mais difícil quando as pessoas continuam, incessantemente, te bombardeando. Justo aquelas que deveriam te ajudar.
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Talvez o meu defeito seja viver tudo intenso demais. Mas dá pra me aceitar do jeito que eu sou? Ou até quando vai me cobrar um comportamento que você quer? Sempre que é necessário eu mudo. Mas não posso mudar aquilo que acho que não devo mudar.E é por isso que não tenho gostado do que estou sendo. Por acabar sendo – antes de acordar - outra pessoa. Desculpa se frustro as pessoas – e principalmente aquelas que estão na base da minha vida, mas não posso continuar sendo assim. Não me peça pra ser aquilo que não sou, ou te dar aquilo que não posso te dar. Só pra te agradar? Mas o fato é que eu sou boba. Espírito de super herói. Então depois de um tempo você aprende que tem algumas coisas que não se pode mudar. O que não significa que você deve aceita-las também.
Correr dos problemas nunca resolveu nenhum deles. Por isso eu encaro de frente – tento ao menos - mesmo provocando muito “baque”. É que as pessoas não param para ouvir o que eu tenho a dizer. Já também não sinto a necessidade mais de buscar isso.
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Nos últimos dias anseio em apenas deitar na minha cama pra dormir e não preocupar com mais nada que não esteja fora dela.
Tem uma coisa, chamada futuro, que me amedronta. E eu preciso parar de pensar nele. Meu medo não é chegar lá e não ter conseguido encara-lo. O problema é o medo que eu tenho dele, que sei muito bem ser infundado. No fim das contas eu sinto que tudo vai dar certo. Mas ele tira meu sossego, e por isso me preocupo demais.
A vida é assim, a gente da umas erradas, se perde, sente como se estivesse se afogando. Mas não abro mão daquilo que eu tenho certeza.
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Acho que não peço muito. Me de, apenas, um sorriso?
E é isso... apenas seqüência de pensamentos/sentimentos expressos por palavras. Quanto ao fato de que, se faz sentido ou não, isso depende do meu leitor – se ele me analisa de acordo com seus próprios interesses.
No fundo eu não busco aprovação, mas apenas a ausência de recriminação.
Mas chegou àquela hora de eu me desmontar, e montar todas as pecinhas de novo. Trocar aquelas que estão enferrujadas, limpar outras, mudar algumas de lugar. É necessário fazer isso às vezes, se não quiser que seu próprio ser autônomo morra.
Como sempre atrasada para escrever sobre minhas leituras. Já tem um tempinho que terminei o livro, mas estava esperando pra ver o filme depois fazer a resenha.
Gostei bastante do livro. Leitura simples e fluida, diria que um pouco infantil, mas o livro é desse gênero mesmo, voltado ao publico jovem. Os personagens pré-adolescentes, vivem peripécias do mundo mitológico junto ao mundo real.
Enfim, achei a leitura bem simples e quando surgir a oportunidade (livros pra ler é o que não falta) vou ler os próximos episódios.
Quanto ao filme eu tenho uma critica. O longa não foi muito fiel a obra de Rick Riordan. Tudo bem que filmes baseado em livros são adaptados, mas este quase parece outra historia. Só aproveitaram o fato central do livro – o roubo do raio de Zeus – e os nomes dos personagens. Nem mesmo buscaram atores parecidos aos descritos na obra. As aventuras vividas durante a trama foram substituídas, até mesmo os locais de desenvolvimento.
Porém, analisando o filme sem considerar o livro, o longa foi bem feito. Os efeitos especiais ficaram legais, assim como o suspense.
Mas o que me frustrou, e creio que frustrou todos os outros leitores da saga, foi a infidelidade aos fatos narrados do livro.
Fora isso, nenhuma outra critica a fazer.
Bem, esta é minha opinião. Não fiz nada muito elaborado...
Se tem uma coisa que mais me anima é entrar em uma livraria/biblioteca/sebo. E outra que mais me desanima é não ter dinheiro e tempo para comprar livros. Acho que quando eu tiver meu salário vou gastar a maior parte dele com livros hahahah. Mulheres normais compram sapatos, eu compro livros.
Como uma pessoa que ama livros, a melhor coisa do mundo é falar sobre livros. Tanto no blog quanto com pessoas que entendem (de verdade) do assunto. Um bom leitor lê de tudo, mas isso não o impede de ter suas preferências. Eu por exemplo não leio muito auto-ajuda, aqueles com o titulo “ 10 regras...” ou “ cinqüenta mil passos para...” e até mesmo “ como ser feliz(...). Enfim, a maioria das pessoas que realmente tem habito de ler não lêem auto ajuda. Outro estilo que não é muito o meu são livros teórico ou densos em conceitos (o Direito é clássico nesse tipo de livro. Alguns delesrealmente intragáveis que você lê, lê e não entendeu bosta nenhuma. Parece que o autor prefere mais falar bonito do que ser entendido ¬¬ ). Mas, como gosto é gosto, cada um tem o seu!
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Livros que com certeza eu paro de ler são aqueles monótonos ou aqueles no qual me perco na historia. Por exemplo Paulo Coelho. Outros chatos também são aqueles que me perco na historia e não consegue seguir a linha de raciocínio do autor. Ele não precisa dizer tudo, mas que pelo menos deixe implícito ( isso acontece mais com mistério ou investigação). Alguns autores não conseguem colocar muito “link” entre uma ação/atitude do personagem ou na seqüência de fatos, daí fica parecendo uma coisa bem ao acaso que deu certo. É coincidência demais.
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Descobri uma lista de “Hábitos de leitor” no blog do Daniel. Achei super interessante porque todo leitor tem manias. Vou colocar aqui só uma parte de post dele na qual me identifiquei como sendo algumas de minhas manias e acrescentarei outras. Não tirando dele, é claro, os créditos.
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Manias de leitores
1. Importo-me muito em emprestar livros. Só empresto para quem confio muito!*
( não é que eu me importo de emprestar livros, é que eu só empresto pra quem eu sei que irá fazer um bom uso dele e que realmente irá ler. Emprestar o livro pra uma pessoa que não irá ler, é certeza que ela não vai te devolver).
2. Receber presentes é bom, mas livros é sensacional!
3. Leio mais de um livro ao mesmo tempo. ( Gosto de ler mais de um e de estilos diferentes porque quando se enjoa de é só mudar para o outro. Mas sempre um deles é melhor e quando leio mais do livro que gosto e deixo o outro de lado fico com peso de consciência darmais atenção pra um , então eu tento ler os dois livrosna mesma quantidade).
4. Gosto de ler e beliscar algum petisco. Só que fico puto com farelos e respingos nas páginas! ( eu gosto de ler comendo pipoca,chocolate ou tomando todinho).
5. Leio fácil em lugares barulhentos. Me abstraio e fico no mundinho do livro. (Se o livro realmente estiver bom, o mundo a minha volta some).
6. Ler em veículos nunca me deu náusea ou dor de cabeça. E ler no ônibus, metro e/ou barca é uma necessidade quando estou desacompanhado.
7. Não me incomoda que leiam por cima de meus ombros. E se estiver sem livro, também lerei por cima do ombro dos outros!
8. Sempre que vou para rua carrego livros. ( a única coisa que é certeza de se achar na minha bolsa é um livro. Capaz de eu sair de casa sem documento, mas não saio sem meu amigo).
9. Não me importo de terminar um romance muito bom e, apesar de estar com a história ainda na cabeça, começar outro no mesmo dia.
10. Leio com prazer infantil livros infantis e infanto-juvenis.
11.Não suporto e-books! ( é, odeio ler no computador)
12. Gargalho lendo partes engraçadas, independente de platéia. ( ahahaha essa é clássica!).
13. Não me importo muito de parar o capítulo no meio, mesmo que não tenha nenhuma indicação da parte em que parei na página.
14. Coleciono e tenho vários marcadores de página.
15. Às vezes, quando estou distraído ou com sono, percebo que passei os olhos por uma página inteira sem ter entendido bulhufas.
16. Importo-me muito que me contem o final do livro. Mesmo acreditando que quando o livro é realmente bom, o recheio é que é importante.
17. Leio e escrevo críticas ou resenhas sobre livros.
18. Anoto todos os livros que li, indicando seus nomes e o autor e as páginas.
19.Marco as páginas que encontro trechos que acho interessantes.
20.Valorizo muito a integridade física dos livros.
21.Páginas amarelas ou mofadas não me espantam. ( mas me dão alergia).
22.Tenho uma lista de livros que quero comprar ou ganhar.
23.Quando gosto de um autor, tento ler todos os livros dele.
24. Deixo de ver filmes para ler o livro primeiro.
25. Gosto de as vezes pegar todos os livros que tenho aqui em casa, tira-los da estante, e folea-los, reler as sinopses. É uma terapia.
26. Me irrito quando estou lendo e uma pessoa fica me chamando ou tentando conversar comigo.
27. Fico curiosa quando vejo alguém com um livro nas mãos. Mesmo se não conhecer a pessoa eu peço para ver qual é.
28. Gosto de livros no qual a historia é pautada mais em aspectos psicológicos do que em fatos propriamente dito.
29. Amo personagens com características e personalidade bem definidas.
30. Grifo e faço observações nos livros que são meus.
31. Faço amizade com todas as bibliotecárias.
32. Sempre que vou começar um novo capitulo eu vejo até que pagina ele vai.
33.Odeio livros com capítulos curtos demais ( com duas paginas por exemplo).* o único que não me irrita é Dan Brown, seus capítulos são curtos mas cada vez que este muda, muda também a cena.
34.Amo livros que tem como plano de fundo algum aspecto histórico ( ken Follett é ótimo nisso).
35.Leio economizando livro, quando ele é bom. Cada dia leio um pouquinho, para não acabar muito rápido.
36.Não consigo ler um mesmo livro muitas horas seguidas. Leio bastante de um livro durante um dia só, mas fazendo pausas.
37.Odeio livros de auto ajuda
38.A primeira coisa que me chama atenção em um livro é o titulo e a capa.
39.Me empolgo em demasia falando de livros.
40.Já influenciei varias pessoas a ter o habito te ler.
41.passo horas na internet pulando de site em site e descobrindo novos livros.
42.É muito difícil eu reler um livro. Se o fizer, é porque gostei muito.
43.É muito difícil eu reler um livro. Se o fizer, é porque gostei muito.
44. Preciso ler nem que seja um paragrafozinho antes de dormir.
45.Sou igualzinha ao meu pai. Minha mãe diz que ele sempre antes de dormir lia um pouco.
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Bem, eu poderia desenterrar mais manias aqui, mas por hoje chega né. Falei muito sobre meus companheirinhos. Até a mania 24, roubei do Daniel, desse lindo numero em diante eu que escrevi as manias xD
kissesssss
ps: meu blog insiste em me contrariar, com a formataçao =p