30 janeiro 2013

Dicas de viagem


Dicas para aproveitar a viagem

É fato que quando viajamos queremos aproveitar o Maximo do tempo para conhecer o Maximo de lugares possíveis, principalmente quando o tempo é curto ( e acredite, o tempo pode ser minúsculo quando a cidade é grande assim e tem muitas atrações para conhecer). Então aqui vão algumas dicas para aproveitar a viagem e tudo sair pelo menos dentro do esperado:

1)      Escolha do destino: Saiba o porquê você escolheu aquele cidade ( ou país) para conhecer. Pesquise na internet ou em livros guias os pontos turísticos que quer conhecer.
2)      Pesquise sobre o lugar que você quer ir: estar bem informado sobre o lugar pode ser útil para proporcionar uma viagem bem aproveitada.
3)      Faça uma lista dos lugares que quer visitar. Assim você tem uma noção de quais lugares quer ir.
4)      Crie um roteiro de viagem:  Pesquise na internet quais pontos são próximos, assim você pode criar um roteiro diário dos lugares que vai visitar. Isso evita perda de tempo. Faça mapas diários mostrando como ir de um ponto ao outro para não se perder. Pesquise linhas de ônibus,  metrô ou carro, para saber qual transporte compensa mais usar.
5)      Pesquise horário de funcionamento dos lugares: você não vai querer chegar lá e dar de cara com a porta fechada não é mesmo? ( isso acontece muito em teatros, museus e galerias de arte). Obs: muitos lugares como estes tem ‘visitas guiadas’. Saber do horário dessas visitas é extremamente importante pra evitar perder tempo porque tem que esperar o horário da próxima visita.
6)       Organizar seu roteiro do dia de acordo com a proximidade dos lugares e horário de funcionamento. – procure não encher demais o dia com passeios pois pode não dar tempo de ver tudo com calma ou qualidade.
7)      Escolhendo o lugar pra ficar: nem sempre escolher o lugar mais barato compensa. Se você escolhe um hotel mais longe você terá despesa de transporte ( somando tudo pode ficar mais caro do que você ‘economizou’ com o  hotel. Fora o tempo de deslocamento ( o que nas cidades grandes costumam ser um problema).
8)      Trace uma media de preços do lugar e uma lista de despesas: assim você tem noção de quanto de dinheiro precisará e quanto  pode gastar em cada passeio.
9)      Acorde cedo. Prefira sair cedo para ir aos lugares, isso te dará mais tempo para fazer os passeios. ( deixe para dormir em casa quando voltar da viagem).
10)   Tenha sempre consigo água ou barrinhas de cereais para comer caso fome ou sede bata de repente.
11)   Não tenha preguiça de andar!
12)   Ande com o mínimo de coisas possível ( apenas uma bolsinha ou mochila pequena).
13)   Divirta-se!!!

Não seguir  regras básicas como estas pode deixar a sensação de que a viagem não foi bem aproveitada. Melhor não correr o risco e se planejar. O jeito é pensar sempre nos contratempos que pode acontecer e se organizar para estar preparado a resolvê-los.
Seguir esses passos é importante para aquelas pessoas que querem viajar para explorar de fato ( o maximo que puder) o lugar. Aquelas pessoas que apenas viajam por viajar costumam andar a esmo ou ir nos lugares que lhe der na telha e quando lhe der na telha.
Uma viagem bem feita exige todo um preparo ( a viagem começa bem antes de você embarcar em direção ao lugar, começa no momento em que você escolhe o destino e passa a investigar sobre ele ).
Depois disso é só fazer as malas e se divertir!!

26 janeiro 2013

Rio – dois extremos


O que a vida me mostrou nos últimos dias tem me deixado muito em duvida. As vezes não consigo chegar a uma conclusão. Me sinto como se estivesse no meio de dois estremos ( e de fato estou). De um lado a favela, toda sua desordem feiura, seu sofrimento. Do outro a beleza, grandes vistas, mas falsidade (das pessoas).

Estranho. Essa é a única sensação familiar quando penso no assunto.
Tudo começou quando viajei para o Rio de Janeiro nesse ano novo. Vi muitas coisas, e conheci dois lados discrepantes de um mesmo cenário. As vezes a gente pode imaginar como é em cada lado, mas nunca temos realmente a noção quando não vemos ou vivemos na realidade. Isso é uma das coisas que minha cidade não fornece. Dois extremos tão próximos um do outro. Aqui não é belo de um lado e feio de outro. As áreas mais marginalizadas estão mais pra fora da cidade. Eu sei aqui tem favela, mas se localiza afastado do centro da cidade, onde a maioria da população desempenha suas atividades. Uberlândia não dá pra olhar pro lado e ver o morro brilhando lá no auto “parecendo estrelas no céu” * como no Rio de Janeiro. Então pode ser que vivemos anos sem nos dar conta que aqui também existe isso comunidades. Eu não digo que me choquei, até porque tinha ciência dessa realidade, mas nunca sabemos de fato como é sem estar lá dentro. Ainda mais porque só vi por fora, olhando de baixo pra cima.
O Rio de Janeiro é lindo. Cada lugar que você olha tem uma vista bela. Isso meio que embriaga todos nós. Parques, museus, Praias, prédios antigos ( dá pra visualizar a historia do Brasil acontecendo ali).É muito bom a sensação que toda essa beleza provoca.  Mas quem presta atenção pode notar também as favelas. Saindo do aeroporto Galeão e indo em direção ao centro pode ser ver o Complexo do Alemão. Enorme. É sinistro olhar lá pra cima. É feio e me pergunto como as pessoas conseguem viver ali. Não estou criticando essas pessoas, eu digo o quanto desleal é esse mundo. Quem vive ali é por falta de opção. Logo atrás de Ipanema (mais próximo ao Arpoador) tem o Morro do Canta Galo. Já quem está na pedra do Arpoador vê quase que de frente a favela do Vidigal.
Acho que todas essas impressões ficaram mais acentuadas devido ai filme que assisti e ao livro que estou lendo, logo em seguida da minha volta do Rio. O filme chama-se Era uma vez, produção brasileira que conta o romance entre uma garota de família rica que mora em um apartamento na Avenida Viera Souto bem de frente a praia de Ipanema e um garoto morador da favela do Canta Galo. O longa mostra muito bem as disparidade entre as vidas dos dois, o que dificulta muito o romance. Já o livro, chamado “ O passageiro” de autoria de Cesario Mello Franco (brasileiro) conta a historia de um garoto de 16 anos, também morador da Avenida Vieira Souto e como ele mesmo reproduz a fala de seu pai “ no metro quadrado mais caro do mundo”. O livro já traz outra perspectiva, a de um garoto rico, culto pra sua idade que se liga em coisas de adolescentes (como revista de mulheres peladas), mas que também gosta de livros e filmes. O garoto perde o pai, assassinado de forma misteriosa e até o ponto que eu li ainda não deu maiores explicações. Mas o garoto é mesmo revoltado com seu pai, um aplicador da bolsa que ficou rico assim e que agora só sabe chamar o filho de incompetente e o acha-lo fútil. Mas na verdade é o filho que acha seus pais fúteis. A mãe, uma socialite que só se preocupa com a imagem e a sociedade. O pai um mulherengo esbanjador. A diferença do filme e do livro é que este mostra uma perspectiva unidimensional, apenas do rico vivendo no Rio de Janeiro. O filme explora muito o outro lado, o lado da violência e da favela.
O Rio de fato é uma cidade maravilhosa, apesar de seus extremos. Hoje entendo porque é considerado um dos lugares mais bonitos do mundo.
Duvido que algum blogueiro com posts de viagens tenha explorado a vida real de um lugar que viajou e conheceu. Normalmente sempre se restringe a visão de turistas sobre o lugar dando dicas de onde ir, quando, etc.
Conhecer um lugar não é só apenas ser um turista. É, por um momento, parar e tentar sentir como seria viver ali. Afinal viajar e conhecer um lugar é diferente de viver todos os dias a realidade do lugar.
Deixo aqui minhas observações. Dessa vez minhas impressões não ficaram restritas apenas e livros e filmes, onde eu tenho mais contato com informações. Realmente vi com meus olhos (de perto), senti bem próximo e estive ali.
Termino o post com a frase final do filme:

“ Mas se as pessoas olhassem com mais cuidado uns pros outros, acho que seria diferente.”

23 janeiro 2013

Diario de Viagem nº 1 - Rio de Janeiro

Teatro Municipal

Esse é o primeiro post que dedico para falar sobre alguma viagem que fiz. Apesar de ter ido algumas vezes pra São Paulo nos últimos anos, e aproveitado para curtir alguns passeios de turista na “cidade que nunca dorme”, até então eu não havia dedicado nenhum post no blog sobre viagens.
                Nessas férias eu fui para o Rio de Janeiro. Com toda razão a cidade merece o apelido que tem: ‘a cidade maravilhosa’. É muito lindo, a paisagem natural é magnífica, mesmo já em grande parte modificada pelo homem. Pra todo lado que se olha tem algo bonito pra se ver. Acho que o formato dos morros é que colabora pra isso. Acho que quando os Portugueses atracaram no Rio de Janeiro ficaram loucos com a paisagem natural.
                Rio de Janeiro tem tudo. Lá você tem desde programas históricos como museus, praças, teatros, como também praias e festas. É fácil de agradar a todos, seja qual for seu gosto.  Quando eu fui tentei dividir meu tempo para visitar um pouco de cada coisa. Eu adoro programas culturais então visitei museus, teatros, etc. Mas fui também em praias e baladas.
Uma peculiaridade da cidade é que tem muito gringo. Eles estão em toda parte! Mesmo quando eu fui pra São Paulo ou Curitiba não tinha visto tantos deles juntos. Acho que eu vi mais gringos ( de nacionalidades e falando línguas que eu jamais  cheguei a imaginar que existissem) do que brasileiros. 


Bom eu dividi a viagem em passeios bem diferentes. Aqui vai algumas fotos e lista de lugares que fui, mas a lista não está completa. 

Praia de Ipanema


1.      Teatro Municipal 
2.      Museu Nacional de Belas Artes
3.      Confeitaria Colombo
4.      Paço imperial
5.      Escadaria Selaron
6.      Arcos da lapa
7.      Parque das ruinas
8.      Praia de Ipanema
9.      Praia de Copacabana
10.  Praia Itacoatiara



Subida para o Cristo - vista para a lagoa 


11.  Niterói
12.  Ilha fiscal
13.  Espaço cultural da marinha
14.  Arpoador
15.  Cristo Redentor
16.  Jardim Botânico
17.  Lagoa Rodrigo de Freitas





Drumond na Praia de Copacabana. Levando maior papão.




Dia chuvoso no Jardim Botânico