04 dezembro 2013

- Me indica um livro que combina com Imagine Dragons?
- Peixe Grande. Agora quando eu escuto uma banda, eu penso em um livro. A culpa é sua.
- Sinestesia é uma das melhores formas de sentimento.
- Tem uma forma tão boa quanto.
- Tenho até medo de saber qual é.
- Mas eu não sei definir ela com palavras, então ficamos por aqui.
- Você vai ter que encontrar algum jeito de me fazer sentir ela sem definir com palavras.
- Achei que você já estava sentindo...

....

*Todos os créditos reservados.

03 dezembro 2013

           Quem dera eu ter o dom das palavras ou o dos sentimentos. Quem dera eu ter o seu talento ou a sua energia que se converte toda em criatividade. Todo dia mudando, criando, vivendo, e quando se chega em um lugar não pode mais voltar atrás, porque hoje se sabe mais do que ontem. Não tem como “desconhecer” alguém, ou esquecer palavras ouvidas muito menos sensações que vem com o vento e que tocam de uma forma singela além de espantosamente contraditória e intensa . O fato é que estamos todos meio bagunçados e isso é uma linha tênue entre o bom e o ruim. Quem dera eu me sair assim tão bem nas respostas quanto você. Pode não saber o significado de tudo, mas sempre tem algo sábio a dizer.

01 dezembro 2013


Quase um ano sem escrever. Eu poderia dar mil desculpas falar que o ano foi muito corrido, cheio de dedicação e que não tive tempo. Acho mais simples não inventar desculpas. A verdade é que quando se chega a certa idade você simplesmente resolve “sair do papel” e ir pra vida. A pratica é muito melhor que a teoria. Não sei se posso dizer que o problema dos filósofos é ficar divagando demais, só na teoria. Pode ser que eles fiquem muito presos ao papel, ou buscando uma definição concreta para o que pensam. Mas me pergunto de que tudo isso adianta, se na vida tudo muda, e a mundo acontece em uma velocidade alucinada que as vezes nem as mentes mais aptas conseguem acompanhar o ritmo de tanta informação.  Mas acho que escrever não tem uma função de definir ou delimitar. A função é se expressar de alguma maneira mesmo que as palavras possam limitar sentimentos,  uma vez que muitos deles nem tem nome. Como descrever um sentimento, quando não se tem palavras pra isso?
Então antes eu era uma garota que escrevia pra entender, pra organizar os pensamentos. Antes me preparava, e então, esse ano, sai do papel, fui pra vida. Senti mais do que li ou escrevi. E experiência te ensina bem mais do que somente estudar a teoria da vida.  Nos primeiros anos de vida os pais tentam passar para os filhos como é a vida, isso é a teoria, mas se eles não deixar que você viva, nunca vai entender de fato como a vida é. Além de que, cada pai passa aos seus filhos a própria perspectiva da vida, já “contaminada” com as experiências vividas por eles. Por isso aquela mania de querer te ditar o que é certo ou errado.
Uma das coisas que entendi esse ano é que nós mesmos dificultamos as coisas. Tinha mania de encarar as coisas maiores do que elas são.  Todo esse tempo buscava a simplicidade em resolver os dilemas. Não posso dizer que aprendi, eu apenas entendi o caminho. Mas percorrer esse caminho todos os dias é trabalhoso, porém muito mais fácil quando se sabe como fazer isso.
Você não precisa ter certeza de que todas as coisas vão dar certo, você só precisa estar preparado pra saber lidar com elas todas as vezes que algo sair fora do que você espera.

Comecei escrever não sabia nem ao menos o que escreveria. Meus dedos coçaram e eu apenas deixei que eles falassem pela minha mente. 

26 julho 2013

A vida e o jogo de paciência

A vida poderia ser comparada com um jogo de paciência, no qual cada partida é uma meta. Isso quer dizer que cada decisão que tomamos, assim como no jogo quanto na vida, nos traz uma consequência e nos direciona a um caminho. É necessário habilidade para mover as cartas (certas) para os lugares certos e na hora certa. A pratica nos fornece cada vez uma habilidade maior. As vezes é possível voltar atrás e desfazer alguma jogada,  mas dependendo nem sempre. Pode ser que as cartas, suas decisões, o leve a um beco sem saída que trave o jogo, que emperre o desenrolar dos próximos fatos. Então, em alguns momentos temos que começar o jogo de novo, distribuir novas cartas, e fazer novas jogadas. Não sei se dá pra contar com sorte, tática, inteligência ou apenas acaso... talvez seja uma somatória desses fatores, mas acho que o fator mais decisivo é o jeito que você escolhe mover as cartas. Nem todas os jogos conseguimos ganhar... então perder algum não significa o fim de tudo, é só iniciar outro, redobrar a atenção e acima de tudo, aprender para não cometer os mesmo erros na próxima partida. 

24 fevereiro 2013

O sentido das coisas... Somos movidos por recompensas.



Todos nós fazemos alguma coisa com um objetivo final. Ninguém não faz nada atoa. Ou seja, nos movemos motivados por alguma coisa, e  pode ser essa  coisa nobre ou não. Por exemplo, se alguém gosta de sair pelas ruas distribuindo brinquedos aos pobres essa pessoa (sim) age motivado por alguma coisa! Com certeza o fato de distribuir brinquedos essa pessoa receba um enorme carinho de volta. A sensação de fazer bem para alguém, a alegria, aquela recompensa é a motivação dessa pessoa.
Porque trabalhamos? Pode acreditar, não é porque apenas queremos ter alguma coisa para fazer durante o dia... é porque temos uma recompensa todo final de mês, um resultado fruto da nossa ação. Porque estudamos? Porque viajamos? Porque eu gosto tanto de ler? Gosto de ler porque isso me proporciona prazer. Uma ótima sensação ao me sentir ocupada e intertida com o livro. É o prazer que me motiva ler um livro. Veja bem, se eu for forçada a ler um livro da qual não tenho interesse, a atitude de ler um livro perde todo o sentido pra mim.
Assim é, ninguém faz  algo no qual já saiba que  não terá nenhum retorno daquela ação. Destinar forças para algo que não vai te trazer nada de bom em troca? Não faz sentido... As motivações podem ser muitas, e diferentes para cada um, mas é o resultado final que nos faz começar, mover.
E se às vezes desempenhamos uma tarefa que percebemos logo que não nos levará a resultado nenhum, paramos de praticá-la. Perde-se a razão. Outro exemplo é que se estamos desempenhando uma tarefa durante tanto tempo e percebemos que essa tarefa não nos traz mais retorno, continuar executando-a perde todo o sentido. É o mesmo que ocorre com o cachorrinho treinado. Por que ele corre, pula os arcos, deita, dá as patas e faz tudo que o dono pede? Porque ele sabe que depois que fizer tudo isso vai ganhar o biscoito. A partir do momento que ele deixa de ganha-lo, ele também perderá o interesse em desempenhar aquelas tarefas.
Assim é o ser humano. E nós seremos humanos ( como qualquer outro do reino animal) agimos somente motivados.  Por isso, reconhecer as pessoas no trabalho, na atividade, ou em qualquer atitude que elas tenham, é importante para garantir-lhes a motivação para que continuem desempenhando.
Motivação não é só salário no final de mês. É também um bom clima organizacional, é poder ter tranqüilidade. Ou seja, motivação não é só bens materiais, é também sentimentos.
As vezes não conseguimos medir a nossa satisfação, por ser imaterial. Não dá pra ver, ou tocar os sentimentos. E as vezes um corte de cabelo nos deixa diferente e proporciona uma satisfação na qual não pode ser medida.
Portanto, buscar motivações é uma das nossas funções. Afinal, porque viveríamos se não estivéssemos motivados e satisfeitos?

14 fevereiro 2013

Passado, presente, futuro - Em que momento você vive?



 Se separar as pessoas de acordo com o momento em que elas vivem a vida podemos classificá-las em três tipos. Aquelas que vivem do passado, remoendo coisas que passaram e deixando de aproveitar o que o presente lhes dá ( e então quando elas se dão conta que por causa de viver demais no passado deixaram as oportunidades irem e acabam sofrendo novamente por isso, continuando cegos para o presente – é como um ciclo vicioso). O segundo tipo de pessoa são aquelas que vivem nada mais nada menos que apenas o presente. Na maioria das vezes essas pessoas costumam ser um pouco inconsequentes fazendo aquilo que sentem vontade no momento não se preocupando com as consequências de seus atos. O terceiro tipo de pessoas são aquelas futuristas, que vivem do futuro se preocupando demais com ele ou deixando para viver no futuro ( ah, quando eu passar no vestibular, quando eu comprar meu carro, quando eu me casar...).
Ocorre que esses três momentos da vida (passado, presente, futuro) estão interligados. Não tem como uma pessoa viver sem passado, deixar de enxergar o presente, ou não pensar no futuro. É disto que é constituído uma vida inteira.
Mas às vezes cometemos o erro de estacionar em um desses momentos. Temos sempre que sermos vigilantes para não colocar um desses momentos em destaque em relação aos outros. Na verdade todos eles devem ter o mesmo peso, mesma importância. Viver em excesso em um desses momentos pode nos causar um resultado catastrófico. E cada momento da vida tem sua vantagem e desvantagem.
A pessoa que vive muito no passado tende a ser rancorosa e amarga. Não vê as alegrias do presente não vê as perspectivas do futuro. As que estão sempre no presente esquecem fácil do passado ( e das pessoas importantes que passaram em sua vida) além de deixar de dedicar a projetos a longo prazo. Acaba que esse tipo de pessoa vive restrito naquilo que a vida proporciona nessa data. Já os futuristas, ah os futuristas! Passado pra eles não existe, passa rapidinho, mas deixa marcas para o futuro. Tomam logo nota em seu caderninho interno pra não voltar a repetir aquele erro novamente no futuro. E o presente? Acaba passando sem que se perceba, pois a pessoa sempre está focado em seus projetos futuros e quase nunca desfruta dos resultados de alguma meta cumprida pois, quando os resultados chegam., já estão focadas em novos objetivos voltados para o futuro. O que acontece é que os futuristas realizam coisas demais e aproveitam pouco os resultados.


 E então, a vida não tem uma receita de bolo para ser vivida. O único ingrediente especial é o cogito. Através dele podemos incrementar qualquer sabor em nossa vida. Talvez outro ingrediente seria o equilíbrio, o não excesso. Essa é uma das leis da natureza, ela por si só tende a se equilibrar toda vez que começa a ir aos extremos.
E é dessa forma como devemos viver nossos ‘momentos’. Uma pitada de cada um deles. Nunca esquecer o passado para não cometer os mesmos erros no futuro. Nunca viver só no futuro e perder as alegrias do presente e também nunca se restringir ao presente, pois o passado nos faz quem somos hoje o devemos construir o que seremos amanha.
Então o jeito é parar de se preocupar demais com apenas um deles e viver todos juntos, ao mesmo tempo. Quem sabe assim poderemos viver uma vida melhor desfrutada.

30 janeiro 2013

Dicas de viagem


Dicas para aproveitar a viagem

É fato que quando viajamos queremos aproveitar o Maximo do tempo para conhecer o Maximo de lugares possíveis, principalmente quando o tempo é curto ( e acredite, o tempo pode ser minúsculo quando a cidade é grande assim e tem muitas atrações para conhecer). Então aqui vão algumas dicas para aproveitar a viagem e tudo sair pelo menos dentro do esperado:

1)      Escolha do destino: Saiba o porquê você escolheu aquele cidade ( ou país) para conhecer. Pesquise na internet ou em livros guias os pontos turísticos que quer conhecer.
2)      Pesquise sobre o lugar que você quer ir: estar bem informado sobre o lugar pode ser útil para proporcionar uma viagem bem aproveitada.
3)      Faça uma lista dos lugares que quer visitar. Assim você tem uma noção de quais lugares quer ir.
4)      Crie um roteiro de viagem:  Pesquise na internet quais pontos são próximos, assim você pode criar um roteiro diário dos lugares que vai visitar. Isso evita perda de tempo. Faça mapas diários mostrando como ir de um ponto ao outro para não se perder. Pesquise linhas de ônibus,  metrô ou carro, para saber qual transporte compensa mais usar.
5)      Pesquise horário de funcionamento dos lugares: você não vai querer chegar lá e dar de cara com a porta fechada não é mesmo? ( isso acontece muito em teatros, museus e galerias de arte). Obs: muitos lugares como estes tem ‘visitas guiadas’. Saber do horário dessas visitas é extremamente importante pra evitar perder tempo porque tem que esperar o horário da próxima visita.
6)       Organizar seu roteiro do dia de acordo com a proximidade dos lugares e horário de funcionamento. – procure não encher demais o dia com passeios pois pode não dar tempo de ver tudo com calma ou qualidade.
7)      Escolhendo o lugar pra ficar: nem sempre escolher o lugar mais barato compensa. Se você escolhe um hotel mais longe você terá despesa de transporte ( somando tudo pode ficar mais caro do que você ‘economizou’ com o  hotel. Fora o tempo de deslocamento ( o que nas cidades grandes costumam ser um problema).
8)      Trace uma media de preços do lugar e uma lista de despesas: assim você tem noção de quanto de dinheiro precisará e quanto  pode gastar em cada passeio.
9)      Acorde cedo. Prefira sair cedo para ir aos lugares, isso te dará mais tempo para fazer os passeios. ( deixe para dormir em casa quando voltar da viagem).
10)   Tenha sempre consigo água ou barrinhas de cereais para comer caso fome ou sede bata de repente.
11)   Não tenha preguiça de andar!
12)   Ande com o mínimo de coisas possível ( apenas uma bolsinha ou mochila pequena).
13)   Divirta-se!!!

Não seguir  regras básicas como estas pode deixar a sensação de que a viagem não foi bem aproveitada. Melhor não correr o risco e se planejar. O jeito é pensar sempre nos contratempos que pode acontecer e se organizar para estar preparado a resolvê-los.
Seguir esses passos é importante para aquelas pessoas que querem viajar para explorar de fato ( o maximo que puder) o lugar. Aquelas pessoas que apenas viajam por viajar costumam andar a esmo ou ir nos lugares que lhe der na telha e quando lhe der na telha.
Uma viagem bem feita exige todo um preparo ( a viagem começa bem antes de você embarcar em direção ao lugar, começa no momento em que você escolhe o destino e passa a investigar sobre ele ).
Depois disso é só fazer as malas e se divertir!!

26 janeiro 2013

Rio – dois extremos


O que a vida me mostrou nos últimos dias tem me deixado muito em duvida. As vezes não consigo chegar a uma conclusão. Me sinto como se estivesse no meio de dois estremos ( e de fato estou). De um lado a favela, toda sua desordem feiura, seu sofrimento. Do outro a beleza, grandes vistas, mas falsidade (das pessoas).

Estranho. Essa é a única sensação familiar quando penso no assunto.
Tudo começou quando viajei para o Rio de Janeiro nesse ano novo. Vi muitas coisas, e conheci dois lados discrepantes de um mesmo cenário. As vezes a gente pode imaginar como é em cada lado, mas nunca temos realmente a noção quando não vemos ou vivemos na realidade. Isso é uma das coisas que minha cidade não fornece. Dois extremos tão próximos um do outro. Aqui não é belo de um lado e feio de outro. As áreas mais marginalizadas estão mais pra fora da cidade. Eu sei aqui tem favela, mas se localiza afastado do centro da cidade, onde a maioria da população desempenha suas atividades. Uberlândia não dá pra olhar pro lado e ver o morro brilhando lá no auto “parecendo estrelas no céu” * como no Rio de Janeiro. Então pode ser que vivemos anos sem nos dar conta que aqui também existe isso comunidades. Eu não digo que me choquei, até porque tinha ciência dessa realidade, mas nunca sabemos de fato como é sem estar lá dentro. Ainda mais porque só vi por fora, olhando de baixo pra cima.
O Rio de Janeiro é lindo. Cada lugar que você olha tem uma vista bela. Isso meio que embriaga todos nós. Parques, museus, Praias, prédios antigos ( dá pra visualizar a historia do Brasil acontecendo ali).É muito bom a sensação que toda essa beleza provoca.  Mas quem presta atenção pode notar também as favelas. Saindo do aeroporto Galeão e indo em direção ao centro pode ser ver o Complexo do Alemão. Enorme. É sinistro olhar lá pra cima. É feio e me pergunto como as pessoas conseguem viver ali. Não estou criticando essas pessoas, eu digo o quanto desleal é esse mundo. Quem vive ali é por falta de opção. Logo atrás de Ipanema (mais próximo ao Arpoador) tem o Morro do Canta Galo. Já quem está na pedra do Arpoador vê quase que de frente a favela do Vidigal.
Acho que todas essas impressões ficaram mais acentuadas devido ai filme que assisti e ao livro que estou lendo, logo em seguida da minha volta do Rio. O filme chama-se Era uma vez, produção brasileira que conta o romance entre uma garota de família rica que mora em um apartamento na Avenida Viera Souto bem de frente a praia de Ipanema e um garoto morador da favela do Canta Galo. O longa mostra muito bem as disparidade entre as vidas dos dois, o que dificulta muito o romance. Já o livro, chamado “ O passageiro” de autoria de Cesario Mello Franco (brasileiro) conta a historia de um garoto de 16 anos, também morador da Avenida Vieira Souto e como ele mesmo reproduz a fala de seu pai “ no metro quadrado mais caro do mundo”. O livro já traz outra perspectiva, a de um garoto rico, culto pra sua idade que se liga em coisas de adolescentes (como revista de mulheres peladas), mas que também gosta de livros e filmes. O garoto perde o pai, assassinado de forma misteriosa e até o ponto que eu li ainda não deu maiores explicações. Mas o garoto é mesmo revoltado com seu pai, um aplicador da bolsa que ficou rico assim e que agora só sabe chamar o filho de incompetente e o acha-lo fútil. Mas na verdade é o filho que acha seus pais fúteis. A mãe, uma socialite que só se preocupa com a imagem e a sociedade. O pai um mulherengo esbanjador. A diferença do filme e do livro é que este mostra uma perspectiva unidimensional, apenas do rico vivendo no Rio de Janeiro. O filme explora muito o outro lado, o lado da violência e da favela.
O Rio de fato é uma cidade maravilhosa, apesar de seus extremos. Hoje entendo porque é considerado um dos lugares mais bonitos do mundo.
Duvido que algum blogueiro com posts de viagens tenha explorado a vida real de um lugar que viajou e conheceu. Normalmente sempre se restringe a visão de turistas sobre o lugar dando dicas de onde ir, quando, etc.
Conhecer um lugar não é só apenas ser um turista. É, por um momento, parar e tentar sentir como seria viver ali. Afinal viajar e conhecer um lugar é diferente de viver todos os dias a realidade do lugar.
Deixo aqui minhas observações. Dessa vez minhas impressões não ficaram restritas apenas e livros e filmes, onde eu tenho mais contato com informações. Realmente vi com meus olhos (de perto), senti bem próximo e estive ali.
Termino o post com a frase final do filme:

“ Mas se as pessoas olhassem com mais cuidado uns pros outros, acho que seria diferente.”

23 janeiro 2013

Diario de Viagem nº 1 - Rio de Janeiro

Teatro Municipal

Esse é o primeiro post que dedico para falar sobre alguma viagem que fiz. Apesar de ter ido algumas vezes pra São Paulo nos últimos anos, e aproveitado para curtir alguns passeios de turista na “cidade que nunca dorme”, até então eu não havia dedicado nenhum post no blog sobre viagens.
                Nessas férias eu fui para o Rio de Janeiro. Com toda razão a cidade merece o apelido que tem: ‘a cidade maravilhosa’. É muito lindo, a paisagem natural é magnífica, mesmo já em grande parte modificada pelo homem. Pra todo lado que se olha tem algo bonito pra se ver. Acho que o formato dos morros é que colabora pra isso. Acho que quando os Portugueses atracaram no Rio de Janeiro ficaram loucos com a paisagem natural.
                Rio de Janeiro tem tudo. Lá você tem desde programas históricos como museus, praças, teatros, como também praias e festas. É fácil de agradar a todos, seja qual for seu gosto.  Quando eu fui tentei dividir meu tempo para visitar um pouco de cada coisa. Eu adoro programas culturais então visitei museus, teatros, etc. Mas fui também em praias e baladas.
Uma peculiaridade da cidade é que tem muito gringo. Eles estão em toda parte! Mesmo quando eu fui pra São Paulo ou Curitiba não tinha visto tantos deles juntos. Acho que eu vi mais gringos ( de nacionalidades e falando línguas que eu jamais  cheguei a imaginar que existissem) do que brasileiros. 


Bom eu dividi a viagem em passeios bem diferentes. Aqui vai algumas fotos e lista de lugares que fui, mas a lista não está completa. 

Praia de Ipanema


1.      Teatro Municipal 
2.      Museu Nacional de Belas Artes
3.      Confeitaria Colombo
4.      Paço imperial
5.      Escadaria Selaron
6.      Arcos da lapa
7.      Parque das ruinas
8.      Praia de Ipanema
9.      Praia de Copacabana
10.  Praia Itacoatiara



Subida para o Cristo - vista para a lagoa 


11.  Niterói
12.  Ilha fiscal
13.  Espaço cultural da marinha
14.  Arpoador
15.  Cristo Redentor
16.  Jardim Botânico
17.  Lagoa Rodrigo de Freitas





Drumond na Praia de Copacabana. Levando maior papão.




Dia chuvoso no Jardim Botânico