19 maio 2009

Estresse


Pergunto-me porque sou uma pessoa tão nervosa. Por quê? POR QUÊ???!! Eu sei que não preciso ficar nervos. E nem devo porque isso faz mal a saúde. Então me pergunto: pra quê? Pra que ficar nervosa? È uma coisa tão sem sentido, mas na hora do sentimento não é possível controlar, apenas sentir. Engraçado como é o corpo. Criação perfeita. União entre o psico e o físico. Mas, quando não conhecemos uma ferramenta por completo é impossível usa-la com qualidade com resultados totalmente produtivos. O corpo é assim. Apesar de mente e corpo possuir ligação perfeita não sabemos encontrar essa ponte quando necessário. Então você não sabe mais quem comanda, corpo ou cérebro. Através do psíquico o corpo desencadeia uma serie de reações químicas. O físico passa a sentir o que o psíquico gera. Esses dias descobri que quando estamos bravos o corpo produz uma proteína fanilalamina hidroxilase que pode reduzir o Q.I temporariamente. Depois de nervosa é difícil a mente conseguir resgatar o controle. Eu busco isso. Me controlar nos momentos de tensões. Mas, também penso que não é bom conter o sentimento sempre. Você se torna um individuo preso, armazenando sentimentos recalcados no inconsciente. Encontrar solução de algo, para uma pessoa como eu é complicado. Analisar sempre todos os aspectos, da situação não gera uma conclusão concreta. E caio em um circulo no qual não encontro mais começo nem fim. Descartes foi uma pessoa com boas intenções ao propor as 4 regras do método para se chegar a uma conclusão irrefutável. Mas o difícil é aplicar. Quanto a essas divagações todas consegui concluir algo. Sei que não devo ficar nervosa. O primeiro passo é tornar esse fato consciente, depois de feito fica mais fácil. Saber superar o estresse sem conflitos é o importante, e é isso que busco. Além do mais o ápice da perda do controle é essencial para liberal aquilo que se acumula durante algum tempo. Pós scripitiun: completando: conclui também que não posso escrever nenhum livro de auto-ajuda. Nunca chego a conclusões plausíveis de ser analisadas sem questionamentos por outro tipo de pensamento. Aliás, fora os defensores extremistas de suas idéias, creio que ninguém também seja capaz. Contudo, irei anotar no meu caderninho. Por mais que eu não conclua nada, pelo menos instigo o cogito. J.

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