20 setembro 2017

Texto perdido em meio a arquivos

Não quero escrever uma cronica estilo Pedro Bial, que fala como todos nós somos campeões ou como devemos viver a vida. Venho só lançar no papel palavras que pode, ou não, fazer sentido. Vai depender do seu espirito, do seu humor, e não tenho intenção alguma em tocar todas as pessoas, mas tocar apenas aquelas que buscam ouvir exatamente isso. Alguns vao se identificar, outros não, portanto podem seguir a própria vida, o fluxo normal sem nunca ter passado os olhos por essas palavras...
Ainda haverá aqueles que vão se fixar nessas palavras, parágrafos ou em apenas uma frase. Venho falar de tudo, ou de nada, ou de algo especifico. Venho falar de você, de mim, de um amor que passou ou, talvez, um que ainda não veio. Aquele que você ainda não encontrou, que você procura e que vai trata-lo bem para que não se assuste quando comecar a descobrir os seus segredos.
O fato é que o mundo gira, em uma velocidade imensa, que nos deixam tontos e as vezes coisas acontecem sem que nós percebemos e quando nos damos conta já passou.  Nascemos, crescemos, fazemos historia, marcamos gerações, mas apesar de fazer parte de uma massa, cada um é único com suas especifidades, qualidades e autenticidade. Fato é, que nascemos todos como folhas em branco que serão marcadas, desenhadas, rabiscadas com as próprias experiências. Em uma vida inteira, milhões de imagens que podem se repetir e passar como um filme em nossa mente durante apenas um segundo antes da morte... e o que vem depois? Ninguém sabe, não existe a volta do depois, afinal ninguém pode voltar a ser o que era antes... circunstancias nos marcam e somos o que vimos o que vivemos e o que pensamos. Dias, noites, sol, chuva, segundos se vao... e o que fica? Não dá pra saber, o homem sempre tentou mas nunca conseguiu definir o tempo e o amor. Esse é a prova do quanto somos pequenos, apenas do tamanho de um átomo perante a complexidade e infinitude de um universo com milhões de galáxias... quem eu sou, pra onde vou ou de onde vim, são perguntas que nunca, nunca vao ter respostas universais. Apesar da imensidão e de tudo estar interligado, somos particulares demais pra criar formulas, como na matemática, que valem para todos nós no que se refere ao amor.
Somos grandes e pequenos ao mesmo tempo, variando apenas a perscpetiva . afinal, a única definição que se pode fazer é que o mundo, incluindo o ser humano é a guerra dos contrários, unidos para compor toda essa beleza infinita. Falei tudo, ou nada ao mesmo tempo.

Esse sou eu, esse é você, esses todos somos o nós. 

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