Não corra atrás da borboletas, apenas chame-as e cuide bem delas.
Olhando pra tras e analisando a minha vida eu vejo o quanto já aprendi. Não sou sabia, nem sempre faço as escolhas certas, mas é com isso que eu aprendo. Por ora lembro de alguns períodos da vida no qual tive muitas duvidas. Sobre tudo... as pessoas, a vida, sobre mim mesma... digamos que agora estou em uma “zona de estabilidade” onde eu coloco em pratica meu aprendizado. O resultado é mais tranqüilidade. Muitas vezes já me perguntei quando eu começaria a colher os frutos da minha dedicação. Então descobri que a colheita não é feita de uma vez só... em um dia algo amadurece e eu colho aos poucos e não em uma grande safra.
É fato que nos últimos meses minha vida mudou um pouco de direção. Fui obrigada _ sim a força – mudar alguns planos que eu não queria que mudasse, mas que infelizmente eu não via outra alternativa – pelo menos não que dependesse apenas de mim. E as vezes somos obrigados a nos virar com que temos na mãos. Escolhas precipitadas? Talvez sim... Erradas? Essa resposta não posso afirmar com certeza. Eu nunca vou saber como seria o resultado de outra escolha...e não dá pra viver de “se”.
Eu acredito que temos a responsabilidade por nossas escolhas, por nossas atitudes e por isso não me esquivo da “culpa” – ou melhor do resultado - então eu arco com minhas decisões, mas não completamente pois a vida nos apresenta ocasiões nos quais somos obrigados a escolher mesmo não querendo. Pois então eu deixo que a vida me apresente esses acasos e diante deles vou escolhendo tentando errar o menos possível. Mas nunca dá pra saber se a escolha foi a certa, afinal eu nunca vou viver o outro caminho..
Enquanto isso eu deixo a vida preparar as coisas pra mim, e enquanto isso faço a minha parte, cuido da minha vida...
Uma coisa muito importante que aprendi e que não enfrento dificuldade em praticar, é que não devemos destinar muitas forças pra uma coisa só... eu não quero mais me esforçar demais para as pessoas gostarem de mim ou reconhecer minhas qualidades. Eu sei que as tenho e isso basta. E aquele que as reconhecer esse sim é digno da minha amizade... eu quero ser apenas a Joice, e as pessoas gostarem de mim simplismente por causa disso. Entao eu não quero brilhar mais que ninguém, destacar mais que ninguém... aprendi a ser neutra, porém Joice, ou seja, não ficar me esguelando para as pessoas ver a Joice, ou me adimiriar. Eu vou ser eu, e alguns terão a sensibilidade de gostar de mim apenas por causa do meu jeito. Estou apenas fazendo a minha parte – ando até o meio do caminho – o restante é com o outro.
Também foi no ultimo mês que eu pude reconhecer aqueles que realmente estavam dispostos a vir ate mim quando eu precisei. Afinal amizade ou companheirismo é isso, as pessoas te socorrer quando você precisar sem que vc tenha que pedir ajuda. E o pior, pude ver aqueles que eu pedi ajuda, mas que mesmo assim não se importaram...
Existe uma linha no meio do caminho, que cada um tem que percorrer para se encontrar. É o meio, o equilíbrio.
No fim das contas, sou a Joice. Apenas me ame por isso.
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