| Capa do livro. |
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Antes de se tornar livro, a obra era uma peça teatral protagonizada pela autora Elisa Lucinda, somente posteriormente é que surgiu a ideia de escrever um livro do espetáculo. Durante a leitura do livro deu vontade de assistir a peça. A Elisa conta as historias de um modo bem simples, fazendo a leitura rápida e gostosa, alem de engraçada. O assunto principal é a rotina. No entanto, a autora faz diversas criticas sobre o comportamento humano. Um exemplo é, como nós seres humanos agimos um com o outro; a relação entre um casal, a forma que o pai e a mãe se relaciona com os filhos... enfim, ela é como um mosquito que nos pica e nos faz atentar para a realidade e para a vida!
A obra não é uma historia cronológica de acontecimentos, com personagens fixos. São situações soltas que aconteceram e que faz parte da rotina das pessoas. É assim que ela nos mostra que a rotina tem seu lado positivo, e que pode ser boa. Ela fala sobre dar valor a pequenas coisas e saber reconhecer cada diferença dos nossos dias. Nem todo dia é igual, sempre tem um aprendizado novo.
Não é que eu sempre reclamei da rotina. É que eu adoro mudar. Às vezes, fazer sempre as mesmas coisas pode ser chato, mas é chato apenas se são feitas da mesma forma... eu não critico não é a rotina, eu apenas gosto da sensação de mudança.
Antes de se tornar livro, a obra era uma peça teatral protagonizada pela autora Elisa Lucinda, somente posteriormente é que surgiu a ideia de escrever um livro do espetáculo. Durante a leitura do livro deu vontade de assistir a peça. A Elisa conta as historias de um modo bem simples, fazendo a leitura rápida e gostosa, alem de engraçada. O assunto principal é a rotina. No entanto, a autora faz diversas criticas sobre o comportamento humano. Um exemplo é, como nós seres humanos agimos um com o outro; a relação entre um casal, a forma que o pai e a mãe se relaciona com os filhos... enfim, ela é como um mosquito que nos pica e nos faz atentar para a realidade e para a vida!
A obra não é uma historia cronológica de acontecimentos, com personagens fixos. São situações soltas que aconteceram e que faz parte da rotina das pessoas. É assim que ela nos mostra que a rotina tem seu lado positivo, e que pode ser boa. Ela fala sobre dar valor a pequenas coisas e saber reconhecer cada diferença dos nossos dias. Nem todo dia é igual, sempre tem um aprendizado novo.
Não é que eu sempre reclamei da rotina. É que eu adoro mudar. Às vezes, fazer sempre as mesmas coisas pode ser chato, mas é chato apenas se são feitas da mesma forma... eu não critico não é a rotina, eu apenas gosto da sensação de mudança.
Gostei bastante do livro. Fui presente de um amigo. Li bem rápido, mal vi as paginas passarem, e quando notei já estava acabando.
Indico o livro pra quem gosta desse tipo de leitura fluida sobre o cotidiano.
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"Cada dia é único, irrepetivel e intransferível. Cada palavra dita é sempre uma estreia e uma despedida. Um gesto, é sempre a primeira e a ultima vez que o fazemos. Jamais voltará a acontecer na mesma realidade cronológica, geológica e emocional em que ele se deu. No gesto de amanhã, nem eu serei o que sou hoje, serei outro, como o meu gesto. Então ponho-me a apreciar o mundo e sua inédita dramaturgia diária. Ao nosso redor o mundo desfila suas imagens e ocorrencias, mas são tantos os nossos codigos e cisões que muitas vezes não acessamos esses mundos paralelos , isto é, o mundo dos outros".
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Um comentário:
Muito Bom, Joice! Está de parabéns pelo texto e pelo novo visual do blog.
Que bom que gostou do livro.
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